Nostálgica é a vida...balanceada pelas incertezas que afogam a falta de amor.
Lenta ou fugaz desenha-se escorregadía e impregna o odor do silêncio.
Funesto e perspicaz.
São ecos que se perdem na angústia...
Desolação que acabrunha dominadora.
De repente... o tempo já vai longe...e as lacunas vão tornando-se difíceis de carregar.
Há inquietação que acelera o processo da solidão.
Há tanto e na verdade, tudo é tão pouco...
E assim os dias vão seguindo na correnteza que me visita insistentemente...
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