Gosto de sentir o vento no meu rosto. Da sensação de liberdade que ele provoca.
Adoro olhar o mar e imaginar-me num barquinho sem rota definida. Entregue as delícias do porvir...
Confesso-me uma pessoa apaixonada e impaciente. Apresso-me e concluo o que na verdade, ainda nem foi escrito. È inerente a minha vontade!
Sinto, entretanto, que antecipo-me e literalmente viajo numa palavra...
Nada disso porém, me torna invasora de sentimentos. Sou assim, meio louca e antagonicamente tímida. Difícil de entender, não?
Detesto me sentir acabrunhada! Culpo-me, na verdade por esse estado estabanado com que exponho aquilo que sinto. Exageradamente visceral!
Mas, meu mundo oscila entre a verdade e a fantasia. Curto isso. E assim sendo, por vezes, me sinto poeta ( quanta pretensão!).
Vou sem por rédeas no coração e extrapolo naquilo que digo, mas nunca naquilo que sinto!
Complicado é entretanto, fazer o outro entender, que isto tudo é unilateral.
Existe, compensa, confunde, mas está lá...
Mari Saes
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