Sempre acreditei na existência do amor. Em sua consistência densa. Sua plenitude exarcebada.
Na essência clara. Na magnificência elaborada.
Sempre defendi o amor como sentimento de primeira grandeza. Forte, preciso e expressivo.
Explícito nos mais simples momentos. Inflamado e declaradamente sexy nos instantes a dois.
Livre e aberto. Vestido de seriedade e embotado de desprendimento.
Sempre exaltei o amor como franco aliado da felicidade. Da harmonia alegre, da sensiblidade terna. Da transparência e da lealdade.
Sempre tremulei a bandeira a favor do amor. Da excelência do sentimento. Do comprometimento determinado na sua chegada.
Sempre intui o maior respeito a quem doa ou declara-se amado.
Hoje meu pensamento reputa um distrato. Já nem mesmo sei, se ainda existe amor assim...
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